Olha, a pergunta “IA vai substituir empregos?” não é nova, mas ultimamente virou tema de almoço e café, todo dia. E o papo sempre cai em catástrofe ou em um otimismo exagerado. Como alguém que vive enfiado em Google Sheets, Apps Script, Python, APIs e automações, eu vejo essa história de um ângulo bem particular: o da trincheira, do dia a dia, da coisa que precisa funcionar até o final do expediente. Não sou de vender curso nem de prever o futuro. Meu negócio é pegar um problema chato, demorado, e tentar achar um jeito de ele parar de me incomodar tanto. Se der pra automatizar, eu automatizo. Se der pra meter um pouco de IA pra ajudar, eu meto. E nesse processo, a gente começa a sentir na pele o que realmente acontece com o trabalho da gente. A verdade é que a IA não chegou para "passar a régua" em todo mundo de uma vez. Ela chegou para mexer nas bordas, para beliscar as tarefas mais repetitivas, as chatas, as que ninguém quer fazer. E é aí que a coisa fica interessante, ...